06
Abr 09

Ela não vive,
Sabendo que planta rosas,
E quer túlipas,
Ela imita a vida,
Fugindo e escondendo,
Que planta no canto,
Túlipas.

Ela não consegue regar,
Todos os dias a túlipa,
E então,
Planta outra túlipa,
Ou continua a plantar rosas,
E murcha sofrendo sem túlipas.

E no absurdo,
De querer túlipa,
E plantar rosa,
Prefere a mais frustrada,
Do que a mais plantada,
Porque ela quando vive,
Tem o direito,
À identidade única.

 

publicado por Jeremy Fonseca da Costa às 16:07

Dezembro 2012
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